Mais um dueto ibérico

Diogo Piçarra lançou a sua nova canção, ‘A Dónde Vas’, composição feita em conjunto com Antonio José, cantor espanhol vencedor em 2015 do concurso de talentos “The Voice”.  Trata-se da estreia do cantor algarvio na composição em língua espanhola.  

Vê a reportagem feita pela SIC no concerto de Antonio José, em Madrid.

https://sicnoticias.pt/cultura/2019-01-22-Musico-Diogo-Picarra-encanta-Madrid-em-dueto-com-Antonio-Jose 

 

Dia Mundial da Paz

Feito com Padlet

Querem cozinhar??

A cozinha está muito presente no nosso dia a dia e, cada vez mais, podemos ver reality shows onde os protagonistas são as receitas. Então, porquê não elaborarmos na sala de aula um doce tradicional português??

Foi assim que surgiu a ideia de fazermos uns deliciosos SALAMES DE CHOCOLATE que foram distribuidos pelos professores, funcionários e alunos da escola. Ficando todos deliciados com esta maravilha, como podem comprovar nas fotografias

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Os Anúncios

No nosso liceu podemos encontrar  grandes publicistas, só temos de dar uma vista de olhos para os trabalhos das turmas de 3ESO C/D/B.

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O Meu Guarda-roupa

Os alunos de 2ESOD estudaram o vocabulário da roupa e dos acessórios que todos nós podemos encontrar no nosso roupeiro e, com um pouquinho de criatividade, este foi o resultado…

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Discurso proferido por José Saramago e lido pelos alunos de 2º de Bachillerato

 

https://www.josesaramago.org/discurso-pronunciado-por-jose-saramago-no-dia-10-de-dezembro-de-1998-no-banquete-premio-nobel/

Homenagem José Saramago

Os alunos do 2º da ESO C leram, viram o vídeo sobre “A Maior Flor do Mundo”, um conto de José Saramago e fizeram uns magníficos desenhos. Este é o resultado:

 

 

Homenagem a José Saramago

Durante o mês de dezembro, vamos homenagear o escritor José Saramago. No dia 10 de dezembro de 1998, Saramago esteve em Estocolmo (Suécia) para  receber o Prémio Nobel da Literatura, o único português até agora galardoado com este importante prémio. Mas quem é esta personalidade? 

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Imagens retiradas do livro: “Os escritores mais fixes de Portugal” de Rodrigo Sousa. Aletheia Editores.

6ª Edição do CONCURSO INTERNACIONAL DE LEITURA

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O Instituto Camões promove uma vez mais a 6ª Edição do Concurso Internacional de Leitura para os alunos que estudam português através do Programa de Língua e Cultura Portuguesa. Este ano a Escola Secundária Zurbarán conta com a participação de alguns alunos de 1º e 2º de Bachillerato e algumas alunas participam pela segunda vez. 

As obras selecionadas para a prova a realizar no início de janeiro são as seguintes:

Amor de Clarice Lispector

Uma esplanada sobre o mar de Vergílio Ferreira

Para descarregar os PDF’s com os contos, deve-se clicar em cima  dos links. 

 

Boas leituras.

“Olha a bolinha!”

Quem já visitou as praias portuguesas conhece muito bem este pregão: OLHA A BOLIIINHAAAA!!! OLHA A BOLA DE BERLIM! ou ainda HÁ BOLINHA!! Durante o verão, os vendedores das Bolas de Berlim andam quilómetros pela praia para venderem este bolo tão delicioso feito de massa e creme de ovos. Também podemos encontrar Bolas de Berlim de chocolate, sem recheio, enfim: há para todos os gostos!

Na nossa aula de Português e após a leitura  de um texto sobre a origem deste bolo tão famoso, os alunos trabalharam em grupo e inventaram uma nova versão. As histórias ficaram giríssimas. Além disso, todos os alunos tiveram direito a provar a Bola de Berlim e as histórias vencedoras receberam ainda um prémio.  

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HISTÓRIA VENCEDORA

OS BOLOS DA BOLA

Quando Phileas Fogg estava a fazer a sua volta ao mundo, passou por Portugal. Ele tinha uma receita em árabe na sua carteira. Ele pensou que não era importante. Ele deu-a a um trabalhador árabe dum restaurante qualquer. Este senhor preparou a receita e Phileas Fogg gostou muito do resultado. No principio chamava-se “Bolos da Bola”, pela forma do mundo,mas depois uma família com o apelido “Berlim” comprou a receita e fê-la famosa numa pastelaria de Lisboa.

Irene Pérez Mendoza e Inés Asís Solano Melitón (4º ESO D)

 

PASTÉIS DE BERLIM
O criador (não se sabe o seu nome) era um novo mercador que viajava pelo mundo vendendo pastéis. Os seus pastéis mais famosos eram uns que se chamavam “Pastéis de Berlim” porque foi em Berlim (Alemanha) que criou as bolas. O seu último destino foi Portugal onde ficou doente e deu a sua receita à mulher por quem estava apaixonado. Em 1536 morreu e aquela mulher continuou com o negócio do homem até os nossos dias.
Celia Borrego Sierra e Rebeca García Pacha (4º ESO D)

AS BOLAS DE BERLIM 

As Bolas de Berlim são uns doces típicos portugueses. Havia um homem chamado João, ele era o dono de uma sapataria. Ele gostava muito dos doces que fazia a sua mulher. Ele costumava oferecê-los aos clientes que compravam sapatos. Um dia, o Presidente da Câmara de Lisboa foi ali, provou-as e ele gostou muito delas. Por isso um dia o Presidente  decidiu que as bolas deviam ser o doce nacional. Dos que mais gostava era das bolas de chocolate com nata.

 Laura González e Isabel Cantero. (4° ESO D).
BOLOS DE BERLIM

Estes bolos foram criados em Berlim por uma mulher muito velha. A filha da mulher casou-se com um rapaz português e viveram em Portugal. Cada vez que o casal ia a Berlim comiam estes bolos. Um dia a mulher morreu e esta rapariga, junto com o seu casal, montaram uma pastelaria onde venderam estes bolos de Berlim.

Alba Teodoro Martínez e Andrea García Gil (4º ESO D)

O BOLO DE 1451

No ano 1451, numa pastelaria de Lisboa estava um pasteleiro a fazer um doce  quando este lhe saiu mal.  Então provou o bolo e até gostou dele. Como ele era da Alemanha, mais concretamente de Berlim, decidiu chamar ao bolo: Bolo de Berlim. A receita tradicional levava morangos com natas mas agora pode levar distintas frutas.

José María Gordillo Cidoncha e Pilar González-Haba Cabanillas (4º ESO D)

 

 

BOLAS DE BERLIM

Chamam-se ‘bolas de Berlim’ porque os portugueses invadiram Berlim no ano 1873 atirando-lhes doces duros da semana anterior. Eram muito boas para a guerra porque as pessoas comiam os bolos, mas estes levavam veneno. E por isso chamam-se ‘bolas de Berlim’.

Feito por: Raúl A. García Oyola e Álvaro Melado Martín (4º ESO C)

BOLAS DE BERLIM

As bolas de Berlim já existiam no século XI em Portugal, mas eram quadradas e sem recheio, só tinham açúcar por cima. Mas, no século XII, um rei não gostava de comer os mesmos bolos que o resto do povo, então a cozinheira fez a mesma massa, mas os pastéis ficaram com forma
redonda e com um recheio de chocolate para que o rei pensasse que eram  diferentes.

Lucía Pena Borrego, Carmen González Martín, Maruxa Navarro Vázquez (4º ESO D)

BOLAS DE BERLIM

Trata-se de uma família portuguesa que foi a Berlim no ano 1940. A família não tinha muitos alimentos. Então a mãe fez uma receita de um bolo com chocolate e nata. A mãe chamou a esta receita “Bolas de Berlim”. Cinco anos mais tarde, a família foi a Portugal e viu que esta receita era famosa.

Miguel Rebolo e Samuel Monge (4º ESO C)

 

 

BOLA DE BERLIM

A bola de Berlim é um bolo tradicional italiano que chegou a Alemanha no século XIII, primeiro chamava-se “Bolo de grazie” e foi inventado por Ruggelo Pasquarelli. Depois, ele mudou-se para a Alemanha mudando o nome para “Bolos Rugge”. Eram feitas de creme de pêssego porque ele se confundiu com o creme de ovos, quando era mais novo. No século XVII este bolo chegou a Portugal trazido pelas famílias alemãs que abriram uma padaria no Porto.

 Olga Díaz y Carmen Villalobos (4º ESO D)

 

 A BOLA DE BERLIM

A bola de berlim é um bolo tradicional espanhol e é o segundo mais vendido no mundo, um dos preferidos. Um jovem muito famoso da história, Antonio Rodriguez, conhecido por ser um empregado no mercadona, inventou esta receita no século XX. O seu nome original eram “perlas”, talvez porque a bola era similar a uma pérola. Este bolo foi criado na Extremadura, para a padaria dos pais do Antonio Rodriguez.
Alba Durán e Paula Serrano (4º ESO D)
BOLAS DE BERLIM
Os bolos de Berlim são tradicionais de Narnia. Em Narnia nasceu o Pablo e ele criou os bolos de Narnia porque não havia doces. Eram recheados de algodão de açúcar, mas depois o nome mudou porque ninguém acreditava. Entretanto acabou-se o algodão de açúcar e o filho do rei, Kike, decidiu rechear as bolas com chocolate.

 
Carlota Linde, Enrique, Pablo Gil . (4º ESO C)