Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas

No âmbito da celebração do Dia de Portugal e aproveitando o intercâmbio escolar online com a Escola Secundária Quinta das Palmeiras da cidade da Covilhã, os alunos do 4º da Eso C, D e F fizeram a leitura de três poemas e este é o resultado. 

 

Mural do Dia Mundial da Língua Portuguesa

Na semana dedicada à Língua Portuguesa, realizou-se um mural na nossa escola para celebrar o Dia Mundial da Língua Portuguesa em que participaram  as turmas de 1º, 2º, 3º da ESO e o 1º de Bachillerato DF. Neste mural podemos encontrar poemas, citações, frases de autores lusófonos e também receitas, bandeiras e mapas da lusofonia. As palavras preferidas dos alunos em Português não faltaram no nosso mural. 

                                     

Concurso Internacional de Leitura

Todos os anos, os nossos alunos de Português de Bachillerato participam no Concurso Internacional de Leitura, organizado pelo Instituto Camões. Desta vez, a aluna selecionada para participar na segunda fase  do CIL foi a Alba Caro do 1º de Bachillerato C. 

Parabéns Alba, por todo o teu empenho e dedicação. 

Alba

 

 

Dia Mundial da Língua Portuguesa

“O dia 5 de Maio tem tanta importância nos países lusófonos, porque representa a capacidade que tem a língua para unir, em amizade, milhões de pessoas”. 

Olga Díaz, 2º de Bachillerato F

Apresentamos o nosso vídeo de comemoração do Dia Mundial da Língua Portuguesa. Queremos celebrar a Língua, a amizade, a diversidade e demonstrar que as palavras são motivo de união, ainda que as distâncias físicas nos separem. Contámos com a colaboração dos nossos alunos de 2º de Bachillerato, das professora estagiária da nossa escola, como também dos alunos e professoras das diferentes escolas de Portugal: Professora Paula Cardoso do Agrupamento de Escolas Fragata do Tejo, Professora Fernanda Dias do Agrupamento de Escolas Amadora Oeste e Professora Júlia Amaral da Escola Secundária Quinta das Palmeiras. Algumas fotografias dos Palop foram gentilmente cedidas pela Professora Bernardete Gaspar e pela Professora Verónica Fitas. 

Obrigada por tornarem este dia tão especial. 

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Amizades Improváveis

O projeto “Amizades Improváveis” nasceu da “ida” ao teatro em streaming a que assistimos à peça “A Girafa comia estrelas”.

Os alunos do 4º da ESO C do IES Zurbarán abraçaram este projeto, inspiraram-se e dedicaram-lhe muita motivação e empenho. Apesar de algumas imperfeições, o resultado conta com muita criatividade, práticas sustentáveis e um ambiente de solidariedade e empatia recriado entre estas amizades improváveis. Uma coisa é certa: Temos a certeza que todos se divertiram!!

 

 

Também fomos notícia no Blogue da Coordenação  de Ensino de Espanha e Andorra do Instituto Camões. Podem ver aqui a notícia no link que se segue.

http://epeespanha.blogspot.com/2021/04/amizades-improvaveis.html

 

 

 

Entrega dos Certificados do Concurso Internacional de Leitura 2020

 No ano letivo passado 2019-2020, algumas alunas de 1° de Bachillerato participaram no Concurso Internacional de Leitura promovido pelo Instituto Camões. A primeira fase do Concurso decorreu presencialmente e a aluna Celia Rey passou à segunda fase que, devido à situação pandémica que estamos a viver, foi realizado de forma virtual. Inserido na semana cultural da nossa escola, hoje procedeu-se à entrega dos certificados de participação deste concurso.

Parabéns queridas alunas, pelo vosso empenho e dedicação na disciplina de português. 

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Entrega do prémio (escola)  em fevereiro de 2020                            Entrega do certificado 2021.

 

 

 

Entrega do “Accésit” do VI Prémio de Hispano-português de poesia Ángel Campos Pámpano

No passado dia 22 de março, realizou-se no IES Zurbarán a entrega da menção honrosa do referido Prémio atribuído a um poema coletivo, composto por haikus e criado pela turma  de 4º ESO C no ano letivo passado.

Dois elementos do Júri, o professor Jacinto Haro desta escola e o professor Luis Arroyo amigos de Ángel Campos, deslocaram-se à escola para realizar esta entrega num ato simbólico onde se relembraram as palavras, a vida e a obra do escritor e a sua incontornável dedicação à divulgação da poesia portuguesa. 

Além da presença de todos os autores do poema e da colaboração da turma de Bachillerato D/F na organização do evento, também pudemos contar com a participação do Diretor da nossa Escola professor Rafael Domínguez, da Dra Filipa Soares, Coordenadora do CEPE Espanha Andorra do Instituto Camões através de videoconferência e da professora Concha Villa, professora de literatura espanhola da nossa escola. 

A sessão terminou no pátio da escola com a leitura do poema “O Dia” em que cada aluno leu a sua parte do texto coletivo.

Foi um dia muito emotivo para todos, recordar a figura de Ángel Campos, professor desta escola no seu último ano de vida, uma bonita forma de iniciar a semana cultural do centro, celebrando assim o Dia Mundial da Poesia. 

Para visualizar a apresentação: 

 

Fotografia 1

Fotografia 2

 

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Fotografia 4

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Fotografia 5

 

Para visualizar mais fotografias do evento: 

https://drive.google.com/drive/folders/1IrE6d36o05SnI2bvF4eG-0OdanejuB6f?usp=sharing

Notícia gratificante de um prémio em português

No próximo dia 22 de março, na nossa escola, assistiremos à gratificante entrega do VI Prémio Hispano-Português de Poesia Jovem Ángel Campos Pámpano. 
Será entregue aos nossos colegas da turma de 4º da Eso C do ano passado pela sua excelência professor Jacinto Haro. Os alunos fizeram um bonito poema que mereceu a atenção do júri do concurso que selecionou os textos vindos de toda a Extremadura e Alentejo.

Premio de Poesía Joven Ángel Campos Pámpano

Os repórteres: Francisco Santos e Sergio Valsera.

Índice Médio de Felicidade

ÍNDICE MÉDIO DE FELICIDADE de David Machado 

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O mundo de Daniel colapsou, mas a sua vontade de o refazer parece inabalável. Porque, sem futuro, o presente não faz sentido.

Daniel tinha um plano, uma espécie de diário do futuro, escrito num caderno. Às vezes voltava atrás para corrigir pequenas coisas, mas, ainda assim, a vida parecia fácil – e a felicidade também. De repente, porém, tudo se complicou: Portugal entrou em colapso e Daniel perdeu o emprego, deixando de poder pagar a prestação da casa; a mulher, também desempregada, foi-se embora com os filhos à procura de melhores oportunidades; os seus dois melhores amigos encontram-se ausentes: um, Xavier, está trancado em casa há doze anos, obcecado com as estatísticas e profundamente deprimido com o facto de o site que criaram para as pessoas se entreajudarem se ter revelado um completo fracasso; o outro, Almodôvar, foi preso numa tentativa desesperada de remendar a vida. Quando pensa nos seus filhos e no filho de Almodôvar, Daniel procura perceber que tipo de esperança resta às gerações que se lhe seguem. E não quer desistir. Apesar dos escombros em que se transformou a sua vida, a sua vontade de refazer tudo parece inabalável. Porque, sem futuro, o presente não faz sentido.
Índice Médio de Felicidade é um romance admirável e extremamente atual sobre um otimista que luta até ao fim pela sua vida e pela felicidade daqueles que ama. Dramático e realista, mas com momentos hilariantes, confirma o talento de David Machado como um dos melhores ficcionistas da sua geração.

Recebeu o Prémio da União Europeia para a Literatura 2015.

Trailer do filme homólogo: 

Histórias vencedoras (A origem das bolas de Berlim)

Depois de tanto tempo e de tantas histórias bonitas e divertidas que os alunos de 4º da eso criaram sobre a origem das tão conhecidas bolinhas, foram três as vencedoras. Aqui ficam elas. 

Parabéns a todos pelo vosso empenho. 

 

A origem das bolinhas de Berlim

Em 1960, no Porto, os pais da princesa herdeira do trono, D. Melissa, procuravam um pretendente que fizesse a sua filha feliz, e para isso pediram algumas provas em que os candidatos se apresentariam e surpreenderiam a princesa com uma sobremesa digna do seu amor.

O primeiro menino trouxe para ela uma fatia de um bolo de cenoura, mas o que ele não sabia é que ela era alérgica a cenoura. O segundo trouxe um pastel de Belém e ela rejeitou, pois algo tão pequeno não enchia o seu coração. E finalmente o último dos pretendentes  apareceu e entregou-lhe uma bolinha de Berlim e ela surpreendeu-se porque nunca tinha experimentado essa sobremesa antes. Gostou tanto dessa sobremesa que decidiu ir com este último pretendente e ele preparou essa sobremesa para o banquete cerimonial. Ele sabia fazer as bolinhas de Berlim porque a sua avó preparava sempre para ele aos domingos.

Depois de casados, começaram uma vida juntos e abriram uma padaria chamada “As Bolinhas de Berlim” que leva o nome “Berlim” do lugar onde a sua avó nasceu.

Beatriz Gonzalez, 4ºC

 

A origem das bolinhas de Berlim

A bola de Berlim é um bolo tradicional português, mas a sua origem é de um pastor do século XVIII que estava a tentar fazer umas batatas e o resultado foi umas bolas de Berlim. As bolas continuam a ser vendidas  até hoje, graças ao pastor que foi por todas as vilas a vender as bolas.  Um dia, o presidente daquela cidade roubou os ingredientes do pastor e ele conseguiu vender mais bolas de Berlim. O nome que têm as bolas (Bolas de Berlim) é porque o pastor se chamava João Berlim e pôs esse nome. Até hoje, as pessoas em Portugal e mais sítios continuam a comer as bolas de Berlim pelo presidente, mas sobretudo pelo pastor e, claro, porque são muito boas.

Enrique Sánchez, 4ºC

 

 

A origem das bolinhas de Berlim

 Há muito tempo, na Alemanha, havia uma menina que se apaixonou por um jovem. Mas eles não podiam ficar juntos, a sua família era rica e ele era muito pobre. Para não ser a vergonha da cidade, ela, a mãe e o pai foram para Portugal e mudaram de identidade.

Anos depois, ela recebeu notícias. O jovem que conheceu ia casar-se com uma amiga em Lisboa no dia seguinte. Sentia-se muito triste mas já tinha marido, dois filhos (a quem amava com todo o seu coração) tinha um bom trabalho e era pasteleira. Então ela decidiu fazer um bolo que ela tinha pensado, chamar Bolas de Berlim (onde eles se conheceram) e foi ao casamento com os bolos como presente de uma antiga amiga. Desde então, os bolos tiveram tal êxito que o bolo se converteu num dos mais conhecidos.

Leonor Cachadiña, 4ºD